Trilha Mogi-Bertioga Dez/2007

Desde o Campori já estava com essa trilha em mente. Mas foi apenas quando terminaram as aulas no começo de dezembro é que realmemente corri por tal. Fiz um planejamento bem legal, focando em ter mais tempo para poder aproveitar mais em todos os sentidos: social, espiritual, esportivo. A idéia era irmos sábado de tarde - apesar de detestar viajar de sábado, não é muito saudável espiritualmente.
Bem, até 5 dias antes da trilha, havia a expectativa de 25 pessoas irem. Mas aí, a Flávia de São José dos Campos desistiu porque estava sobrecarregada com a faculdade, estágio... alguns amigos aqui de Santo André também tiveram suas desculpas; até mesmo o Renato de última hora ficou enfermo. E nem toda a galera que o Fred pretendia levar fora.Um dia antes da trilha, na sexta-feira, conversando com o Elcio, ele pede para irmos de noite que aí daria para ele ir. Bem e isso eu fiz.

Então no sábado a noite, 8 hrs da noite encontro com o pessoal na estação...



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V Campori de Desbravadores da UCB - Barretos 2007


Olá pessoal, relatarei o que vivenciei, observie e pensei quanto ao Campori, espero que possam desfrutar-se com essas fiéis palavras que vêm de um coração empolgado e rejubilado.

O Pré-Campori
Foi aquela correria e empolgação, no colégio, na faculdade, e etc. O Campori não saia da minha cabeça. Fiz contagem regressiva, me preparei além do normal. Até mesmo fiz um mapa estrelar dos dias do Campori, usando uns softwares mais avançados de astronomia, verifiquei a previsão do tempo em várias fontes; e simplesmente estava super empolgado. Mas já esperava algumas coisas não muito boas, como visto que seria um evento meio "faraônico", então as qualidades de maior virtude teriam menor foco; e que, infelizmente, haveria uma grande tendência de usarem muito de atributos externos e emocionais, que visavam coisas mais gerais e temporal. Traduzindo: showzinho no palco; eventos mais simples que buscasse mais "velocidade em atender" e "divertir"; confusão lógica, muita gente num pouco espaço, muita panelinha; dificuldade em monitorar, então ficaria muito liberal. Bem, mas vamos lá para o que realmente aconteceu no Campori.

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Trilha Mogi-Bertioga - Abril/2007

Convocação
Chamei muita gente, mais de 50 pessoas ficaram de ir. Muitos não adventistas, outros sem religião. Muitos desbravadores, lideres. Mas no final, apenas 14 pessoas foram.

Saída
Saimos de Santo André umas 18:30, num sábado a noite. E durante as quase 2 horas detrem até Mogi, muita conversa etc, especialmente com o Eliezer, pai do Eliezer (o filho). Um homem de Deus, o qual foi delecioso trocar idéias e coisas do tipo.

Em Mogi, houve um certo desencontro com o pessoal de São José dos Campos (A Flavia e seus amigos), aí uns telefones aqui ali, espera um pouco, e então nos encontramos, pegamos o onibus (alias, lotamos o onibus com nossas pessoas e mochilas). E foi muito bom, foi aquele tempo de introzação, porem, fora muito pouco tempo.

Inicio da caminhada
Chegamos lá no barzinho a beira da estrada, houve umas ultimas instruções. Fizemos uma oração rogando por proteção divina e a sua benção para a trilha e tudo mais. E então, já sendo umas 10 horas da noite, caminhamos 1h10min pela estrada, quando conversamos muito, falei bastante com a Flavia que há um tempão não conversava. E estava indo tudo muito bem.

Chegamos no local que é o inicio da trilha, fizemos uma parada, comemos um pouco, e então entramos na mata, e após uns 20min, chegamos ao riachinho. No qual atravessamos (alias, eu estava sendo o guia, e percebi que já fazia um tempo que ninguem ia ali, pela quantidade de teias de aranha que eu engolia.) e então em frente, preparamos a clareira, ajustamos as redes e os demais para dormir, fizemos uma fogueira que foi um pouco dificil de acender. E então houve um dos momentos mais especiais.

Fogo do Conselho
Fizemos uma rodinha ali em volta da fogueira, debaixo de estrelas, o som noturno da natureza e do calmo riachinho com suas aguas escorando as pedras, ao nosso lado. Começamos a cantar, era quase 1 hora da madrugada. Oramos, depois fiz uma breve pregação, inspirado no livro O Retorno da Glória, quando fala da história de Israel em que enviara os espias para avistar a Terra Prometida, fiz aquele apelo, e depois orei e orei, pedidos de oração e coisas do tipo, e então mais oração. E foi um momento muito bom, especial mesmo. Incrivel, em que certamente pode-se perceber que o Espirito do Senhor estava entre nós.

Uma noite de sono bem acordado
Então fomos dormir. O Elton ficou de fazer o primeiro turno da vigia, mas logo dormira. E eu, na minha rede e saco de dormir, confeço que não consegui. Não era por medo. Não era por sons desconhecidos. Mas era uma mente inquieta, que queria ir até as pedras ali no riacho, e clamar a Deus, conversar com anjos, enfim, ter aquela noite. E incrivelmente todo o pessoal começou a dormir. E eu lá deitado pensando. Até que fui impressionado por uns sons estranhos que parecia rugido, e eu sabia que haviam - poucas - onças na Serra do Mar, e ouvi um barulho de água atrás, perto da barraca do Eliezer, e pensei: "Será? Uma onça?". Orei a Deus. Peguei a minha lanterna, e comecei a investigar, mas nada encontrará, mas o barulho aparecia de vez em quando. Então foi quando percebi que era o Gustavo que roncava. E um pouco depois, o pedrão acordou com um rato que estava entrando no calçado do Robert que estava secando no calor das brazas. E ai, aos poucos começaram a acordar. Ai a Neide acordou pois algo havia nos pés dela, então fui ver, e ali, matei uma caranguejeira (aranha um pouco venenosa). Ai o pessoal que estava dormindo no chão praticamente acordaram todos, menos o Gustavo. E assim, então ficamos a noite conversando etc, até umas 6 horas, quando acordei a todos.

- Acorda. (com aquela voz, para não acordar ninguem no susto). Arrumamos as coisas, então o Eliezer (pai) fez o culto matinal ali, e foi muito bom também.

O imprevisto: Um grande desafio
Então, algo aconteceu. Simplesmente, algo incomum. Estava com algum problema digestivo. Não conseguia comer nada, com vontade de vomitar, alias, soltei um belo barro no matinho. hehe Mas o mal estar continuava, e me sentia bem fraco, desidratado. Mas bastava, minha lingua sentir o sabor da granola que surgia o problema, e a ansia. Ai, pedi licença, fui até um local mais escondido, e pensei: "Será que algo está me fazendo mal?" E então, forcei para vomitar logo de uma vez. Vomitei e vomitei, mas não havia nada. E a coisa continuava, apenas conseguia beber água numa boa. E então comecei a pensar: "Será que não vai dar para eu guiar o pessoal? Estou fraco. Minha mochila está pesada. A caminhada é dura, principalmente a subida. Eu vou deixar o pessoal não mão. ..."

Decisão de ir até o fimEntão, roguei a Deus e disse: "Tu nos conduziu até aqui. Deu-nos uma maravilhosa e inesquecivel noite, tudo o que houve até aqui já fora maravilhoso Senhor. É até aqui que o Senhor quer? Combinei com eles que os levaria até a cachoeira. Alguns ali precisam testemunhar da sua maravilhosa natureza." - Então, aconteceu aquilo, que era já comum que acontecia antes de entrar na USP, antes da "aridez", mas que desde então não havia ouvido mais. Que é aquela "voz" na mente, que não sei explicar direito, mas que é algo incrivel e maravilhoso. Que me dizia assim: "O que você disse?" E então, minha memória, lembrou-se daquele momento que eu estava pregando ali na fogueira horas antes, na verdade, foi como se estivesse passando um "video" na minha mente, e senti fortemente aquelas palavras de Calebe: "Subamos até lá e vamos conquistar." Não importa se há gigantes. Deus havia-a prometida, tinha dado Sua bênção. Então eu entendi o recado, e disse: "Senhor, tomarei a minha mochila e os levarei até a cachoeira."

Descendo a serra
Voltei para o grupo, que acho que alguns já estavam meio pensando: "O que aconteceu com o Evandro? Cade ele?" E começamos a caminhada. E logo, tive que pedir ajuda para o Davis, para ele carregar minha polchete. Lá para uns 75% da descida, minhas pernas estavam tremulas, o enjoo continuava, eu sentia aquela fraqueza, mas ao mesmo tempo, estava cheio de energias (engraçado), alias, aquele AR PURO faz uma diferença, que não dá para explicar. Mas estava um pouco melhor, tentei comer algo, mas não dava, eu apenas vomitaria, assim que eu colocava na boca... E um pouco mais a frente, tive que pedir pro Davis levar as minhas cordas. E já a a uns 150 metros do rio, já no pé da serra, disse para o Davis ir a frente, limpando o caminho etc, e eu apenas ia orientando para onde ele ir etc.

Na cachoeira
Até que chagamos nas pedras, e assim fomos até a cachoeira. Aquela cena majestosa, aquela imagem que não há artista que consiga pintar, ou mente alguma inventar. Aquele som glorioso das fortes águas. E foi uma realização indescritivel, quando cheguei ali, meu coração pulava de alegria e louvava a Deus. E melhor ainda era quando podia ver o "rosto" daquelas 13 pessoas que havia guiado até ali.

Por incrivel que pareça, fui novamente no banheiro. E tals. Então dei um tempo de 2horas para o pessoal se relaxar , divertir etc. Tomar banho de cachoeira, daquele chuveiro natural. A hidromassagem natural etc. E aquilo estava delicioso demais. Maravilhoso mesmo. E encontrei uma clareira ali perto perfeita para acampar, cabe até umas 5 barracas e olha lá, e já comecei a pensar. Agradeci a Deus.

Eu já me sentia perfeitamente bem, com as forças restauradas, cheio de energias - o que uma hidroterapia geladinha não faz?. Mas eu não conseguia comer NADA. A ultima coisa que havia comido, foi quando estavamos começando a trilha na noite anterior, ao lado da estrada, quando comi uns biscoitos de fibra, sim além de uns remédios para garganta (será que foi isso?).

Hora de subir
Então lá para uma hora da tarde, ou um pouco mais, começamos a subir a serra. E foi um momento incrivel onde muitos enfrentaram seus limites como humanos, perceberam que seus corpos podem suportar muito mais do que imaginavam. Sentiram o que é estar esgotado, e ter muita coisa pela frente. Aqueles desafios etc. Mas o mais incrivel era que eu não sentia NEM UM PINGO de cansaço e coisas do tipo, pelo contrário, era como se a cada momento eu estivesse mais forte e com mais energia.

Enquanto isso, houveram muitas conversas, coisas que não dá para falar aqui, apenas na hora e que ficaram marcadas em nossas vidas. Amizades que se fotaleceram etc. A confiança que aumentava cada vez mais, principalmente, em que, a cada instante mais necessitava dEle. Tivemos que parar muitas vezes, alguns estavão exautos, não aguentavam subir nem 5m e já pediam para parar mais 15min. Outros não aguentavam de modo algum sua mochila. Alguns estavam tendo caimbras. Outros literalmente deitavam de exaustos no chão. Outros até mesmo parecia que desmaiariam.

No topo da montanha
Terminamos de subir. Ai tivemos que andar de novo na estrada, muitos estavam esgotados. E foi quando que apareceu uma guincho na estrada e nos ofereceu carona. Foi uma carona emocionante, pois simplesmente não tinha onde muito se apoiar na caçamba desprotegida, e o cara "correu", em algumas curvas quase eramos arremeçados para fora, tivemos realmente de "lutar segurando no que podia para não cair". E então chegamos ao bar onde tivemos que esperar até as 5:20 da tarde o onibus que nos levaria a estação de trem de Mogi das Cruzes. E nisso, muitas conversas, foi praticamente o momento em que nos relembravamos da trilha, fazia aquela retrospectiva, analises, saboreava tudo, até mesmo as dores eram boas. As cicatrizes tornava-se orgulho. Sentia uma satisfação de todos por superarem seus limites, ou de perceber que poderiam ir além do que acreditavam.

Ai no onibus praticamente todos dormiram, em alguns momentos apenas eu ficara acordado. Ai pegamos o trem, nos separamos do grupo que iria para São José. E no trem muitas conversas, o melhor de tudo foram as observações do Eliezer sobre a trilha, na questão espiritual etc. E todos por fim disseram: "TEMOS QUE MARCAR DE NOVO!!! Quando será a próxima?"


E por incrivel que pareça, exatamente quando terminamos a trilha e chegamos na estrada, "num passe de mágica" aqueles meus problemas sumiram. E eu voltei a comer tranquilamente como se nada houvesse acontecido. Não fiquei NADA CANSADO. Alias, cheguei em casa, e fui dormir quase meia-noite, e no dia seguinte, não tive problemas com acido latico nenhum, apenas sentia um pouco de dor no triceps do braço direito quando fazia força (provavelmente, devido a ter que ficar "levando a mochila"), mas que até o final da tarde estava 100%.


[Clique aqui para ver outros detalhes dessa aventura ]

Campori Palavra Viva

Olá pessoal, é com muita satisfação que venho notificar que do dia 13 até 19 de novembro de 2006 estive no VIII Campori da AP, Palava Viva. Este contou com a particapação de 75 Clubes de Desbravadores, e mais de 2500 pessoas. Onde tivemos o maravilhoso fato de 35 desbravadores serem batizados e mais de 250 pessoas se comprometerem a ser batizadas futuramente.

(Na foto, estavamos no "encerramento" do Campori. Aquela bandeira verde e preta era o do meu clube - Guepardos Reais -, eu a estava segurando, ficou um pouco grande o mastro com imendas de mabu hehe.)

Confira, dia-a-dia como foi este inesquecível evento.
Campori Palavra Viva

Acampamento de Desbravadores: Omega & Guardiões

Confira essa história aqui: Muitokako

Paranapiacaba Trilha da Cachoeira da Fumaça & Tartaruga

Desde terça, estava transpirando a trilha de sexta – hoje. E terça, já preparei tudo o que iria precisar levar e etc. Arrumei a mala, conforme tinha planejado. Só ouve umas adaptações de ultima hora por causa da chuva. Ai eu capotei, dormi. Na verdade demorei 1h para dormir mesmo, depois de deitado. Porque não conseguia parar de pensar na trilha.

Acordei cedo, umas 5:30! Mais do que disposto!!! E o tempo, uma beleza: nublado, frio, ventos fortes e chovendo. Hehe

E fui...

A TRILHA MAIS RADICAL QUE JÁ FIZ ATÉ ENTÃO

Caminho
Fomos numa vam – o pessoal de Santo André – até um clube no alto da serra em Paranapiacaba, demorou nem uma hora até lá. Num clube encontramos o resto do pessoal que ia fazer a trilha, foi meio que uma fusão entre vários clubes de desbravadores, desde pessoas da AP, APL e MPV. E partimos para a trilha.

Inicio da Trilha
A trilha estava encharcada, do começo ao fim cheio de lama e possas da água, e bem escorregadia, o que deixou “bem mais radical”. Sem contar a garoa, chuviscos e chuva que pegamos em quase todo o percurso fora e dentro da mata.

A Trilha
Na parte trilha mesmo, estava muito dahora. A trilha não é tão difícil, mas é bem radical e bonita. A ju, o robson, o sérgio... e eu, fomos pelo riozinho, raso que mais parecia um riacho. A água um pouco fria logo parecia quente, o lugar mais fundo dela, chegou até minha cintura até que saimos do rio.

Depois de umas 2h de trilha chegamos na parte mais dahora de todas! Na cachoeira!!! Era uma cachoeira em família, tinha várias uma depois da outra, que no total davam mais de 200m de um precipício tranqüilo!!

Chegou na parte mais difícil de toda a trilha, e mais perigosa e arriscada. A trilha seguia beira a cachoeira, então qualquer escorregão para o lado esquerdo você simplesmente cairia dentro da cachoeira, e ai, só Deus sabe. Em alguns momentos, o que distanciava você de pisar errado e tchau tchau, era uma raiz duma samambaia, se vc pisasse no barro, escorregaria e já era. E eu tive que ir de cobaia primeiro para amarrar uma corda para o pessoal poder se apoiar.

Após tinha um paredão muito inclinado e escorregadio. Teve que descer com a corda praticamente fazendo um rapel, se fosse mais alguns graus inclinados, de uns 10m. E assim foi indo até descermos praticamente toda a cachoeira. Aí atravessamos ela pelas pedras, e terminamos de descer. Onde então se encontrava com uma outra cachoeira.

Neste momento encontramos com um outro clube de desbravadores que estavam voltando da trilha (melhor fizeram o sentido contrário. E também paramos para comer. O guia foi ver a trilha, e contou que um lugar tinha desabado pela chuva, e que estava muito cheio, e era 'perigoso' atravessar e continuar a trilha. Por mim continuava numa boa. Apenas salpicaria a aventura! A ju e o Robson também concordaram comigo. Mas, infelizmente, tivemos que voltar novamente, subir a trilha, então iríamos pegar a trilha da tartaruga para dar um contorno em tudo isto e chegar no mesmo lugar sem passar pelo lugar perigoso.

Subindo a cachoeira, foi bem radical. Várias curtas escaladas verticais, o robson machucou o cotovelo batendo nas pedras, mas fomos indo.

O guia se perde
Após já na trilha da tartaruga, passamos por uma lagoa de lama de argila! Imaginem tipo uma areia movediça muito mole, felizmente, afundou no máximo até minha canela. E dava muito trabalho, esforço, para tirar a perna do lugar quando afunda, principalmente para não deixar o tênis lá no meio da lama. Teve um cara que perdeu. Hehe

A trilha da tartaruga estava inundada, a cada passo seu pé sumia debaixo da água barrenta. Porém, infelizmente, o guia errou a trilha, cortando e abrindo uma trilha em meio a mata fechada, e no fim chegamos em lugar algum! Simplesmente num outro riacho. E aí como estava já muito tarde e uma forte neblina chegando tirando a visibilidade, tivemos que ir embora.

Voltando
Na volta, o Sérgio inventou outro caminho para não passar pela argila novamente. E no final, demorou uns 30min. A mais para chegarmos até a estrada. No ponto onde se cruza com a estrada, após passar eu e mais um pessoal que ia a frente, parece que caiu um caixa de maribondos (porque algum espertinho brincou de chutar arvore), os quais saíram correndo atrás do Robson e de todos por perto. Ai foi mó agitação. E quando se tem maribondo e abelha, só tem duas coisas a fazer: ou sai correndo, ou mergulha debaixo da água. E como estávamos numa estrada, eu me afastei. E os infelizes ao invés de fazer o mesmo, ficarão numa guerra, tentando ver quem matava mais! Infelizmente, algumas pessoas foram picadas, algumas até choraram.

Ai por incrível que pareça, estava tanta neblina ali na estrada, que não dava para ver 15m a frente. Ai me afastei um pouco, aproveitei e troquei de roupa, tirei o tênis botei um chinelo. E ai continuamos, andando uns 20 min. Pela estrada até chegar novamente no clube. E daí, como tudo que é bom dura pouco aqui na Terra.

Final
É muito bom! Só aquele ar tão limpo e saudável, enchendo seus pulmões, aumentando sua hemoglobina e etc. A belíssima natureza, os encantos do Criador ali na palma da nossa mão. E todo o demais que a natureza oferece. Os belíssimos sons e harmônicos, que tranqüiliza toda a mente, trás repouso dos problemas e agitação da vida na cidade, e traz para as maravilhas da tranqüilidade da natureza. Simplesmente, foi sem palavras! Sem contar aquela água direto do manancial.

Em casa
Na volta, fui na frente da Van, conversando com o motorista. E ele gosta muito do Arautos do Rei, até colocou umas fitas para ouvir. Ai fiquei ali no Carrefour da Pirelli, fui no banheiro dar uma ageitada na mala e em mim. Liguei pro meu pai ir buscar e tals.

Cheguei em casa, e muito empolgado mostrei as fotos pra família toda, contei de como foi. Entrei na net para ver a pilha de 68 e-mails. E ai depois, tomei um banho e fui puxar paia.

[Veja a Integra dessa história aqui]